MPE investiga lançamento de candidaturas 'fantasmas' de mulheres em MS

Quatro partidos estão sob suspeita

O MPE (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) abriu investigação contra quatro partidos políticos que teriam nas eleições de 2016 lançado “candidaturas fictícias de mulheres”. As siglas em questão atingem o PMD, PPS, PEN e PSDC. Pela Lei das Eleições coligações e partidos devem, no mínimo, concorrer com mulheres em 30% de suas candidaturas.

 

A portaria que determina a instauração do procedimento preparatório eleitoral será publicada no Diário Oficial do MPE, edição de segunda-feira (26), mas está disponível pela internet desde a sexta-feira (24) à noite. O caso será tratado pela promotora eleitoral Renata Ruth Fernandes Goya Marinho, da 53ª Zona Eleitoral.

 

No publicado no Diário Oficial é dito que as supostas candidatas fictícias devem num prazo de dez dias apresentarem um “relatório detalhado das atividades desempenhadas na campanha eleitoral de 2016 (cite-se: cópia do material de campanha, foto de caminhadas e reuniões realizadas, agenda das atividades contendo os bairros percorridos, print de publicações em redes sociais, etc)”.

 

O MPE determinou ainda a notificação das supostas candidatas: Claire Cordeiro Leal (PMB), Ana Cláudia Ortega Colombo (PPS), Jusceleide Cardoso Oliveira Coral Monteiro (PEN), Josa Maria Gadelha Leite (PPS), Irenilda Batista de Brito do Amaral (PEN), Natalia Martins Urbieta (PPS), Marisete Ferreira da Silva (PSDC), Luana Maira Sena dos Santos (PEN), Noemi Brito da Silva (PEN) e Janaína Arguelho dos Santos (PEN).

 

O jornal Midiamax apurou que das dez candidatas supostamente fictícias, segundo o MPE, duas não tiveram votos algum: a Noemi, e a Janaína, ambas do PEN. O restante obtive desempenho eleitoral fraco, com número de votos que oscilou entre 4 e 40 sufrágios.

Ao todo, 26 concorrentes à cadeira de vereador, em Campo Grande, não conquistaram voto algum. Dos 29 vereadores eleitos na cidade, o que teve menos votos conquistou 1.929.

 

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