Os chineses da BBCA apresentam mais um capítulo da novela

13/12/2018

Os chineses mais uma vez prometem dar continuidade no projeto, o qual deve começar a funcionar em outubro de 2019.

A promessa de geração de mais de 600 empregos em Maracaju através da fábrica de processamento de milho do Grupo Chinês BBCA para o inicio de 2017 já virou uma novela e apresenta mais um capítulo.

 

Os internautas, através das redes sociais, já começam a chamar este projeto de novela chinesa, pois já não aguentam mais tantas promessas.

 

Isso ocorre devido à promessa de geração de empregos para o inicio de 2017, sendo que e até agora as obras estão lentas, quase paralisadas.

 

No inicio desse ano, o Grupo Chinês informou que iria dar continuidade, o que não aconteceu. E agora, mais uma vez, a promessa ficou para o fim de 2019.

 

O Grupo Chinês foi beneficiado com incentivos por parte do Poder Público Municipal e do Governo do Estado, recebendo mais de 100 hectares de terra, além de benefícios fiscais.

 

As terras do grupo chinês até agora só serviram para plantação de trigo para alguns lavoureiros do município.

 

No dia 28 de junho de 2018, o vereador Laudo Sorrilha usou a tribuna da Câmara para alertar os vereadores do fato de que as terras dos chineses já estavam arrendadas para um cidadão aqui do município.

 

O vereador ainda indagou que os CHINESES receberam incentivos robustos por parte do Município e não prestam contas, muito menos satisfação, gerando um grande descontentamento por parte dos moradores de Maracaju.

 

O site Maracajuemfoco publicou no dia 11 de dezembro que o Grupo Chinês BBCA anuncia a retomada da obra em Maracaju e início da produção em outubro de 2019.

 

Quando recebidos pelo Prefeito Maurílio Azambuja, os chineses anunciaram que a segunda fase só teria início em 2020.

 

O projeto da BBCA em Maracaju se arrasta desde 2013, quando a empresa visitou e confirmou que a cidade receberia o empreendimento.

 

O lançamento oficial da construção da indústria se deu dois anos mais tarde (2015).

 

Atualmente, apenas dois armazéns, um barracão e 30 casas com 60 habitações para trabalhadores estão prontos no local. As vias de acesso ao complexo também estão finalizadas.

 

 

 

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